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CABEÇALHO

Atualmente, a categoria Casas Históricas da plataforma conta já com mais de 300 anúncios de habitações localizadas em território português, “contribuindo para dispersar os benefícios das viagens e do turismo por um maior número de destinos”.

Cerca de 70% das casas históricas anunciadas pela Airbnb na Europa (cerca de 70%) situam-se em zonas rurais ou urbanas de baixa densidade, uma dinâmica que levou a plataforma a desenvolver uma página de promoção da Rede das Aldeias Históricas de Portugal.

 

A parceria foi anunciada em julho deste ano e “visa apoiar um equilíbrio territorial na distribuição dos fluxos turísticos, diversificando a oferta e a procura de serviços turísticos para destinos ancorados no conceito da sustentabilidade, promover a economia local e o comércio justo com vista a contribuir para um maior desempenho do crescimento socioeconómico nas áreas rurais”, explica a empresa norte-americana em nota de imprensa.

 

Atualmente, a categoria Casas Históricas da plataforma conta já com mais de 300 anúncios de habitações localizadas em território português, “contribuindo para dispersar os benefícios das viagens e do turismo por um maior número de destinos”.

 

Segundo a plataforma, a seguir às zonas rurais ou urbanas de baixa densidade surgem “as zonas urbanas de baixa densidade (quase 30%), enquanto as zonas urbanas de alta densidade contêm apenas cerca de 3% das casas históricas na Airbnb na Europa”.

 

A nova página reúne informações sobre atividades, locais a visitar, empresas locais, criando a “figura dos anfitriões de excelência com vista a melhorar qualidade da experiência do visitante”.

 

A Airbnb destaca, no mesmo comunicado, que “o turismo cultural e do património não só desempenha um papel vital na dispersão do turismo para fora dos centros das cidades e na difusão dos benefícios do turismo pelas zonas mais rurais, como também pode ajudar na reabilitação urbanística e na refuncionalização do edificado, estendendo a vida útil dos imóveis e promovendo novas dinâmicas como resposta a uma procura mais consciencializada com a importância da sustentabilidade”.

 

Em O Jornal Económico

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