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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Pavilhão de Portugal na Expo 2020 Dubai foi inaugurado no domingo, com a presença do secretário de Estado da Internacionalização, Eurico Brilhante Dias, que disse querer que os visitantes "conheçam e apreciem a marca Portugal".

A exposição mundial arranca em 01 de outubro no Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

 

"Este é o momento em que fechamos uma parte do nosso projeto", afirma Eurico Brilhante Dias, a propósito da inauguração do pavilhão, citado em comunicado da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

 

"A Casa de Portugal está pronta para a próxima fase: acolher todos os visitantes de todas as partes do mundo, mostrando Portugal como um país moderno, tolerante e inovador", acrescenta o governante.

 

"Queremos que os nossos visitantes conheçam e apreciem a marca Portugal e que ajudem a multiplicar este conceito de um mundo num país" e "o impacto da participação portuguesa será amplamente concretizado quando cada um de nós representar e imprimir a marca Portugal", sublinha Eurico Brilhante Dias.

 

O evento contou com as presenças do secretário de Estado da Internacionalização, da vice-comissária-geral de Portugal para a Expo 2020 Dubai e administradora da AICEP, Francisca Guedes de Oliveira, e do administrador do Grupo Casais, Paulo Carapuça.

 

"A obra do Pavilhão de Portugal representa de forma sublime a participação portuguesa na Expo 2020 Dubai. O talento do arquiteto Miguel Saraiva e da empresa Casais mostram bem o talento português que hoje, como há 500 anos, é uma das maiores vantagens competitivas do país", diz Francisca Guedes de Oliveira, também citada no comunicado.

 

O tema central da participação portuguesa é "Portugal, um mundo num país", que está "patente de forma simbólica na obra do pavilhão, fruto de uma parceria entre o Grupo Casais e a Saraiva+Associados", onde se destaca a caravela, símbolo da ligação de Portugal ao mundo e praça, em calçada portuguesa.

 

"Foi um desafio imenso transportar um país quase milenar, com um património histórico e cultural inigualável para um 'momento' arquitetónico de imagem singular e de espaço contido, para cruzar o passado e viver no futuro", refere o arquiteto Miguel Saraiva, presidente executivo e fundador da Saraiva+Associados.

 

"A Casais tem orgulho em ter construído o pavilhão de Portugal na Expo Dubai 2020" e a "genialidade" do arquiteto Miguel Saraiva, "associada à nossa experiência em construir com qualidade e rigor, encerram uma peça que honra a nossa história e transporta-nos para a modernidade", adianta, por sua vez, o administrador da Casais.

 

"A visão do mundo sobre Portugal, é também concretizada por portugueses que estão no mundo, manifestações representativas da nossa multiculturalidade e diversidade, que nos permitem ter dimensão para afirmar a nossa capacidade e conhecimento expressos neste projeto", remata Paulo Carapuça.

 

O evento contou ainda com a presença da 'senior country manager' International Participants para a Expo 2020 Dubai, Raquel Monja.

 

Situado no zona da sustentabilidade da Expo, o Pavilhão de Portugal conta com 1.800 metros quadrados, distribuídos em dois pisos.

 

No piso térreo encontra-se uma zona de espetáculos, a loja Portugal Concept Store, com produtos de mais de 40 empresas portuguesas, uma cafetaria e uma área protocolar dedicada ao acolhimento de comitivas VIP e à diplomacia económica.

 

O primeiro piso "encerra em si o percurso expositivo, com uma sala de espetáculo multimédia imersivo e uma experiência personalizada com conteúdos subordinados aos temas Diversidade, Sustentabilidade e Oportunidade", refere a AICEP.

 

No segundo piso está o restaurante Al-Lusitano, a cargo do 'chef' luso-argentino Chakall, com um terraço voltado para o Jubillee Park, onde vão decorrer os principais espetáculos da Expo, e um espaço multiusos que pode assumir várias configurações, nomeadamente a sua utilização por parte de empresas portuguesas.

 

A Expo 2020 Dubai, que foi adiada um ano por causa da pandemia, prevê a participação de 192 países e é a primeira vez que a exposição mundial decorre no Médio Oriente.

 

"A participação portuguesa contribuirá para o aprofundamento das relações políticas, económicas e culturais entre Portugal, os Emirados Árabes Unidos e os restantes países da região", refere a AICEP.

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