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CABEÇALHO

A pandemia de Covid-19 fez com que o mercado de luxo pessoal tivesse uma quebra de 22% e o mercado de luxo de experiências um decréscimo de 50%. No entanto, prevê-se uma recuperação deste mercado já em 2022, e em 2025 prevê-se que os Millennials e a Geração Z representem mais de 60% do mercado de luxo.

Estes são os dados divulgados no estudo True-Luxury Global Consumer Insight, desenvolvido pela Boston Consulting Group em conjunto com a ALTAGAMMA, que revela que apesar da recuperação que assistimos, apenas em 2022 podemos almejar atingir os níveis pré-pandemia.

 

Outra tendência destacada neste estudo é o impacto dos Millenials e da Geração Z na indústria, estes que poderão representar mais de 60% do mercado global de luxo pessoal até 2025, com um valor de mercado estimado entre 235 e 265 mil milhões de euros.

 

“Para os Millenials e Geração Z, os valores de sustentabilidade da marca são essenciais, com quase 7 em cada 10 pessoas a afirmarem que é um fator que influencia as suas decisões de compra. Estes consumidores estão também a liderar o crescimento de novos modelos de negócio no mercado de luxo (como aluguer ou aquisição de bens em 2.ª mão)”, pode ler-se no relatório, que acrescenta que 18% dos consumidores Millenials e Geração Z testaram a opção de aluguer de itens de luxo, um aumento de 13% face ao ano anterior.

 

Outra tendência em destaque é a importância de as marcas proporcionarem aos clientes uma experiência omnicanal. O estudo revela que, em 2020, 46% dos consumidores de luxo concluíram as suas compras em loja, dos quais 30% tinham feito uma pesquisa prévia sobre os artigos online.

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