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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Japão registou um excedente da balança corrente de 1,91 biliões de ienes (14,6 mil milhões de euros) em julho, marcando o 85.º mês consecutivo de saldos positivos, anunciou hoje o Governo nipónico.

Este valor é 24,5% superior a igual mês em 2020 e mais do dobro do valor de junho, de acordo com os dados divulgados pelo Ministério das Finanças do Japão.

 

A balança comercial do Japão registou um excedente de 622,3 mil milhões de ienes (4,7 mil milhões de euros), quatro vezes superior comparativamente ao período homólogo do ano passado, mas inferior em 4% quando comprado com o mês anterior.

 

As exportações aumentaram 37,5% numa base anual para 7,2 biliões de ienes (55,3 mil milhões de euros) e as importações aumentaram 29,3% para 6,6 biliões de ienes (50,5 mil milhões de euros).

 

A balança dos serviços registou um défice de 584,9 mil milhões de ienes (4,5 mil milhões de euros), mais 40,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior e 68,8% em relação a junho.

 

No sétimo mês do ano, a conta dos rendimentos registou um saldo positivo de 2,1 biliões de ienes (16,1 mil milhões de euros), um aumento de 10,5% em termos anuais.

 

As transferências registaram um défice de 226,2 mil milhões de ienes (1,7 mil milhões de euros ou 2,05 mil milhões de dólares), 2,27 vezes superior ao do ano anterior e quase o triplo de junho.

 

A balança de pagamentos reflete os pagamentos e receitas do comércio externo de bens, serviços, rendimentos e transferências, e é considerada um dos indicadores comerciais mais abrangentes de um país.

 

O Governo japonês reviu também em alta o produto interno bruto (PIB) no segundo trimestre (abril-junho) para 0,5% em relação ao trimestre anterior, dois décimos de ponto percentual acima da estimativa preliminar.

 

Em termos anuais, o crescimento económico do Japão, no período em análise, foi de 7,6%, um décimo de ponto percentual acima dos números divulgados pelo Governo japonês em meados de agosto.

 

Esta atualização deveu-se a uma revisão do investimento de capital empresarial, do consumo privado, das despesas e dos investimentos governamentais.

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