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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Portugal importou menos 13% de bens têxteis e de vestuário, com as exportações a recuperarem. Espanha continua a ser o principal país de destino da produção.

Portugal exportou, nos sete primeiros meses do ano, bens têxteis e de vestuário num valor total de 3191 milhões de euros, registando um pequeno aumento de 0,2% face ao mesmo período em 2019, e uma recuperação significativa face ao período homólogo do ano passado, com um acréscimo de 17,7%, de acordo com os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

 

Só a indústria do vestuário exportou mais 1824 milhões de euros em bens, o que representa um crescimento de 22,6%, comparando com os valores verificados entre janeiro e julho de 2020 (1488 milhões de euros)

 

Apesar de a indústria têxtil e de vestuário apresentar, no acumulado, um valor de exportações em linha com o período pré-pandemia, estes números não refletem “as enormes diferenças que ainda subsistem em termos de atividades e de produtos”, como explica a Associação Têxtil e Vestuário de Portugal (ATP).

 

Pela positiva, destacaram-se as exportações das roupas de cama, mesa, toucador e cozinha, que cresceram 24% comparativamente a 2019, com mais 67 milhões de euros; das camisolas, cardigãs, coletes e artigos semelhantes de malha, que aumentaram 19% (mais 47 milhões de euros); dos artefactos têxteis confecionados, nos quais se incluem os moldes para vestuário e as máscaras têxteis, cujas vendas quase triplicaram, ascendendo aos 28 milhões de euros.

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