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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A AEP - Associação Empresarial de Portugal e três empresas portuguesas partem numa missão empresarial ao Cazaquistão e ao Uzbequistão, que decorrerá entre os dias 26 novembro e 2 dezembro.

Esta é a sexta deslocação organizada pela AEP ao Cazaquistão (a primeira foi em 2014) e a quarta ao Uzbequistão (a primeira foi em 2017).

 

Aproveitando a proximidade geográfica entre Almaty e Tashkent, durante a missão, os participantes vão contactar com empresas locais, através de reuniões agendadas, e conhecer a realidade económica dos países com o objetivo de criar oportunidades de negócio em mercados recetivos aos produtos portugueses.

 

“Estabelecidas há várias décadas, as relações comerciais e económicas entre estes dois Estados e Portugal caracterizam-se pelo interesse que a comunidade empresarial nacional tem em entrar nos mercados da região da Ásia Central. Apostados em estreitar relações comerciais com os países da UE, o Cazaquistão e o Uzbequistão oferecem benefícios fiscais e aduaneiros e um quadro de garantias legais e proteções para os investidores estrangeiros”, recorda Luís Miguel Ribeiro, presidente do Conselho de Administração da AEP.

 

A avaliação global das empresas que participaram na última missão da AEP foi positiva. Para além da organização, as empresas destacam o acompanhamento técnico da AEP e dos consultores locais e o conhecimento que adquiriram sobre as especificidades destes mercados.

 

A missão empresarial é composta pelas empresas:

 

ADEGA COOPERATIVA DE SILGUEIROS, CRL

Produção de vinhos comuns e licorosos

CATARI INDÚSTRIA S.A.

Fabricação de estruturas de construções metálicas

RADIANTDETAIL, S.A.

Comércio por grosso de móveis para uso doméstico, carpetes, tapetes e artigos de iluminação

 

O Uzbequistão e o Cazaquistão são hoje sinónimo de estabilidade política e social, desenvolvimento e confiança no futuro. São dois dos estados mais populosos e duas das maiores e mais diversificadas economias localizadas na Ásia Central.

O consumo interno apresenta um alto potencial de crescimento no que toca à procura e uma grande dependência das importações.

 

As autoridades dos dois países incentivam a construção de habitação, os planos de desenvolvimento turístico, os projetos de parques tecnológicos, industriais e logísticos, a modernização da rede de transportes e dos parques hospitalar e educativo. 

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