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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Vendas de materiais e máquinas ao estrangeiro ajudaram a ultrapassar valores de 2019.

INE confirmou nesta segunda-feira a recuperação das exportações de bens para valores acima dos níveis pré-pandemia no primeiro semestre. O crescimento das vendas nos meses de janeiro a junho foi de 2,9%, comparando com a primeira metade do ano de 2019.

 

Nas principais contribuições para a recuperação faca aos valores do primeiro semestre de 2019, o INE salienta o comportamento das exportações de bens para transformação industrial (mais 5,4%), de máquinas e outros bens que representam investimento (mais 10,7%) e dos produtos alimentares e bebidas (mais 10,3%). Em sentido contrário, as vendas de material de transporte ainda estão 9,7% abaixo da linha de recuperação.

 

Já as importações ficaram, no fim da primeira metade deste ano, 5,4% abaixo dos valores do mesmo período de 2019. O país comprou sobretudo menos material de transporte (menos 33,2%) e combustíveis (menos 20,6%).

 

Mas, investiu-se mais em fornecimentos para a indústria (mais 10,4%) e em máquinas e outros bens de capital (mais 4,5%).

 

Em 2020, as exportações afundaram, mais profundamente sobretudo nos meses de abril e maio, o que faz com que as comparações com o ano passado para este período resultem em percentagens de crescimento muito mais expressivas.

 

Comparando com a primeira metade de 2020, as exportações crescem 24,2%, e as importações sobem em 25,5%.

Na primeira metade deste ano, as empresas portuguesas exportaram 31 184 milhões de euros em bens, que comparam com 25 117 milhões de euros no mesmo período de 2020, e com 30 305 milhões de euros no primeiro semestre de 2019.

 

Já o volume de importações de bens do primeiro semestre de 2021 atingia 38 147 milhões de euros, comparando com 32 729 milhões de euros na primeira metade de 2020, e com 40 325 milhões de euros no mesmo período de 2019.

 

O défice da balança comercial atingia em junho 1 523 milhões de euros, agravado em 618 milhões de euros face a 2020 (défice de 915 milhões), mas 347 milhões de euros inferior àquele que se registava no mesmo período de 2019 (então, de 1 870 milhões de euros).

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