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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A crescente importância e expansão da língua portuguesa em Macau e na China e o fortalecimento das relações económicas entre empresas portuguesas e chinesas dominou a manhã do colóquio "Portugal-China 20/20 - Identidade, quotidiano e economia", esta sexta-feira, em Lisboa, na Universidade Católica.

"A forma correta de entrar no mercado chinês é através de IDE [Investimento Direto Estrangeiro] e não através de exportações". Foi logo no início da sua intervenção, no segundo painel do dia dedicado a "Economia e Negócios", que Fernanda Ilhéu, ex-delegada do ICEP em Macau, deixou esta certeza. Um caminho que, segundo a agora docente do ISCTE, está a ser seguido pela China para entrar em Portugal (através de fusões e aquisições), enquanto o IDE português na China "é insignificante".

 

Pedro Reis, ex-presidente da AICEP, dá o passo seguinte no caminho indicado por Fernanda Ilhéu: "é preciso fazer o loop: trazer empresas chinesas para Portugal em parceria com empresas portuguesas, aproveitar as sinergias daí resultantes, sobretudo a capitalização das empresas, um problema crónico em Portugal, para ganhar escala e depois investir no mercado chinês".

 

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