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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A unidade industrial do grupo alemão dono da Continental Mabor, que emprega mais de 500 pessoas em Vila Real, aposta na criação da sua “fábrica do futuro”, um projeto que prevê “a afetação de 138 postos de trabalho, dos quais 29 altamente qualificados”.

A fábrica transmontana da Continental Advanced Antenna, que produz anualmente cerca de 20 milhões de antenas inteligentes para veículos, lidera um consórcio que assinou esta quarta-feira, 28 de julho, um contrato de investimento com a AICEP, no valor de cerca de 10,2 milhões de euros

 

Em causa está um projeto que "prevê a afetação de 138 postos de trabalho, dos quais 29 novos postos de trabalho altamente qualificados, e, ainda, a criação de 34 novas bolsas de investigação", avança a agência estatal, em comunicado. No total, haverá cerca de 60 contratações, adiantou o presidente executivo da empresa, Miguel Pinto, numa cerimónia em que participou o ministro da Economia, Pedro Siza Viera.  

 

"Trata-se de um projeto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico (I&DT) feito em colaboração entre empresas e várias universidades portuguesas, cofinanciado por fundos do Portugal 2020, devidamente enquadrado nos domínios prioritários da estratégia de investigação e inovação para uma especialização inteligente (RIS3)", explica a AICEP.

 

Segundo a mesma fonte, o projeto visa "a criação de novo conhecimento técnico-científico de ponta nas áreas das tecnologias de digitalização e computação, cibersegurança, relação simbiótica Homem-máquina e Homem-fábrica, integrados com sistemas híbridos, com o objetivo de desenvolver novos produtos de alta intensidade e fiabilidade tecnológica, que, integrados, permitirão a criação da Fábrica do Futuro da Continental Advanced Antenna".

 

Deste modo, conclui, o projeto irá contribuir para "o avanço na indústria e no meio técnico-científico, nacional e internacional, através da conceptualização, investigação e desenvolvimento de novas soluções tecnológicas que, após integração, deverão viabilizar o total abandono do chão de fábrica, criando um avançado e inteligente processo produtivo".

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