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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Para beneficiarem de um mercado com 68 milhões de pessoas, as empresas nacionais têm de deslocar-se para a Greater Bay Area e investir em marketing, refere a especialista Fernanda Ilhéu.

Estudiosa das relações comerciais entre Portugal e a China, Fernanda Ilhéu explica ao Jornal Económico a importância de Hengqin no desenvolvimento da Greater Bay Area. E revela que as empresas portuguesas ainda não aprenderam a entrar no mercado do glamour que os chineses tanto apreciam.

O desenvolvimento de Hengqin tem dois capítulos. O primeiro começa antes da entrega de Macau à China.
Nos anos 1990, eu era delegada do AICEP em Macau e fui convidada pelas autoridades da ilha da Montanha para a visitar. Foi-me apresentado um estudo que tinha sido feito pelos professores da Academia das Ciências Sociais chinesa, que funciona como conselheira do seu governo. Acharam que naquele espaço se poderia fazer um parque industrial que teria ligação a Macau e que iria funcionar como a 'fábrica' de Macau, que começava já a ter uma grande dificuldade de falta de espaço e onde os preços da mão de obra começaram a aumentar. Propunham fazer ali um parque com empresas portuguesas e chinesas e os produtos sairiam com o rótulo "made in Macau".

 

Leria a entrevista na íntegra aqui.

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