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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

David Archer, o CEO da Savannah Resources – empresa britânica cotada na London Stock Exchange, que se dedica à prospeção e desenvolvimento de ativos mineiros, mãe da subsidiária portuguesa Savannah Lithium, responsável pelo projeto de mineração de lítio da Mina do Barroso, em Trás-os-Montes, concedeu uma entrevista ao Dinheiro Vivo, onde falou sobre as metas da sua empresa e do setor onde se insere, para o País.

Estando ainda à espera da “luz verde” da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) , Archer espera que a Mina do Barroso esteja a funcionar em pleno “até 2024”. O projeto vai custar cerca de 150 milhões de euros.

 

Para o CEO, a possível aprovação da APA “será uma importante mensagem para a comunidade mineira internacional que há oportunidades de mineração em Portugal e que as nossas instalações se tornem precursoras de um modelo de mineração inovadora, no que respeita à preocupação com a exploração responsável e sustentável na Europa”.

 

Caso a APA não conceda “luz verde”, o executivo recorda que “temos uma licença válida na mina até 2036, por isso nesse caso continuaremos a operação mineira para quartzo e feldspato. Mas não esperamos um chumbo. Acreditamos que estamos a fazer um desenvolvimento responsável para avançar de forma a beneficiar todos os portugueses, porque isto afeta a indústria mineira, mas é um ativo que beneficia todo o país”.

 

Archer garante ao Dinheiro Vivo que “o nosso investimento poderá até potenciar o desenvolvimento de fábricas de construtoras europeias de veículos elétricos em Portugal” e admite que “Portugal pode estar na linha da frente da produção de lítio para a Europa”.

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