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CABEÇALHO

Novas formas de aquacultura e aquaponia, dispositivos que analisam a qualidade da água, uso de derivados de algas para fins farmacêuticos, aplicação em têxteis ou substituição de plásticos figuram entre os projetos que vão ser aperfeiçoados no programa Blue Bio Value.

A bioeconomia azul existe? Durante os próximos dois meses, 13 projetos de seis países empresários inovadores terão a oportunidade de confirmar ou não essa realidade com a passagem pelo programa de aceleração de negócios Blue Bio Value.

 

Bluemater, Endobios, Futuralga, Hoekmine, Lusalgae, MadeinSea, Undersee, Penwavers, SEAentia, Seagrass Tech Private, Tilamur, Vetik Ou Production e B’Zeos são os 13 projetos selecionados para participar no Blue Bio Value. Os empreendedores portugueses lideram em número, mas, entre os selecionados, constam também negócios com origem em Espanha, Holanda, Letónia, Índia, e Noruega.

 

Novas formas de aquacultura e aquaponia, dispositivos que analisam a qualidade da água, uso de derivados de algas para fins farmacêuticos, aplicação em têxteis ou substituição de plásticos figuram entre os projetos que vão ser aperfeiçoados no programa Blue Bio Value. O período de aceleração termina a 14 de novembro com a apresentação dos projetos empresariais no Oceanário de Lisboa.

 

O programa de aceleração criado em parceria pela Fundação Oceano Azul e a Fundação Calouste Gulbenkian, com a participação da Fábrica de Startups, Bluebio Alliance, e a Faber Ventures. O programa de aceleração tem definidos quatro objetivos: alimentar a crescente população mundial, reduzir emissões de poluentes; contrariar a escassez de recursos e o uso de plásticos; e desenvolver soluções para a crescente população idosa.

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