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Gonçalo Quadros, um dos co-fundadores da Critical Software, vai abandonar o cargo de CEO da empresa tecnológica assumindo a posição de “chairman”. A empresa quer chegar aos mil colaboradores este ano e faturar 50 milhões de euros.

Gonçalo Quadros, um dos co-fundadores da Critical Software, vai abandonar o cargo de CEO da empresa tecnológica assumindo a posição de "chairman". João Carreira, outro dos co-fundadores, faz o percurso inverso passando de presidente da administração a CEO, anunciou esta terça-feira a empresa.

A decisão, refere o comunicado, permite "aos dois líderes renovarem o seu foco em áreas chave de negócio da empresa". João Carreira terá como missão "o crescimento do negócio da empresa e a entrada em novos mercados". Quanto a Gonçalo Quadros "irá dedicar-se à consolidação da cultura empresarial e à expansão da comunidade Critical". No ano passado, assinala o comunicado, a empresa faturou 45 milhões de euros, um crescimento de 42%, tendo duplicado o número de colaboradores para mais de 800.

Fundada em Coimbra em 1998, a Critical Software conta com escritórios em Portugal, no Reino Unido e na Alemanha. A empresa fornece soluções de tecnologia para indústrias em todo o mundo, incluindo os sectores aeroespacial, da energia, dos transportes, das finanças e da defesa.

No ano passado, a empresa formou uma "joint-venture" com a BMW, a Critical Techworks, para desenvolver soluções tecnológicas para o fabricante automóvel alemão.

João Carreira já ocupou o cargo de CEO entre 1998 e 2006, tendo então assumido o lugar de "chairman".

Gonçalo Quadros, por seu turno, foi CEO da Critical Software entre 2006 e 2011 e novamente a partir de 2014 até agora.

Faturação deverá atingir os 50 milhões este ano

Numa entrevista no blogue da empresa, João Carreira indica que a meta de volume de negócios para este ano é superar os 50 milhões de euros.

Gonçalo Quadros acrescenta que a Critical pretende atingir os mil colaboradores este ano, sublinhando que, considerando as outras empresas do ecossistema da Critical, esse número será "próximo dos 1.500".

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