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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

“Esteve próxima da perfeição” a forma que a AICEP encontrou para organizar a segunda reunião anual com as associações que têm em mãos a condução do apoio à internacionalização, disse ao T Jornal Manuel Serrão, CEO da Seletiva Moda, das organizações que esteve no encontro de ontem em Lisboa.

Depois de uma introdução da parte de Luis Castro Henriques, presidente da AICEP – que explicou o modus operandi do encontro – os delegados da agência distribuíram-se em grupos por região e estiveram disponíveis para ouvirem cada um dos responsáveis associativos presentes.

 

O encontro serviu assim, de forma muito ágil e funcional, para que cada entidade presente debatesse pontos de vista, colocasse dúvidas e ultrapassasse qualquer dificuldade existente, abrindo caminho a que os apoios à internacionalização – e ao aumento das exportações – cheguem ao terreno com a eficácia necessária e a transparência exigível.

 

“”Estavam presentes os delegados da AICEP de praticamente todo o mundo, que se dividiram por regiões do mundo e as associações iam-se deslocando de mesa para mesa consoante os delegados com quem queriam trocar impressões. Os delegados tinham os documentos cujos projetos contemplavam ações nos seus mercados. Foi um modelo muito interessante, que permitiu em três horas que todos falassem com os representantes dos mercados que lhe interessavam”, disse ainda Manuel Serrão.

 

O esquema abre portas a que agora “cada associação interaja com as delegações depois de ter tirado dúvidas e esclarecido as ações que vão ser feitas. Há uma melhor compreensão de parte a parte sobre como vão correr as ações ao longo do ano – ações que já estavam aprovadas desde o ano passado”.

 

Sendo a AICEP um instrumento fundamental no apoio à internacionalização e às exportações das empresas portuguesas, a agilização dos seus processos de funcionamento é um requisito essencial para que esses apoios cheguem ao terreno de forma rápida e eficaz. Numa área, a do Estado, que tantas vezes é criticada pelos empresários como um ‘poço’ de burocracia, o aumento da operacionalidade acaba por ter sempre bons resultados.

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