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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A empresa marcou presença na feira ProdExpo 2018 e assinou três protocolos com entidades ligadas à Câmara de Comércio e Indústria da Federação da Rússia.

A Baía do Tejo foi a Moscovo, na Rússia, promover os cerca de 900 hectares parques empresariais e de terrenos que gere no Barreiro, Seixal e Almada, incluindo as antigas instalações da Quimiparque e da Lisnave (Lisbon South Bay).

 

A empresa esteve numa feira chamada ProdExpo 2018 onde assinou três protocolos com entidades ligadas à Câmara de Comércio e Indústria da Federação da Rússia.

 

“As entidades são a National Guild of Producers and Importers, a National Union of Food Exporters e a Russian-Portuguese Business Council of Chamber of Commerce and Industry of the Russian Federation”, diz a empresa num comunicado enviado ao Expresso.

 

“Esta iniciativa é sequência de recente apresentação dos ativos da Baía do Tejo e dos territórios Lisbon South Bay em Moscovo e veio confirmar o interesse de ambas as partes em abrirem novos mercados e disponibilizarem condições mais facilitadas às empresas russas que se desejem instalar em Portugal, nomeadamente nos territórios onde estão sediados os ativos da Baía do Tejo”, acrescenta no mesmo documento.

 

Além disso, foi ainda assinado um memorando de entendimento com a Câmara de Comércio e Industria de Moscovo, que representa cerca de 3.500 associados, e ficou já alinhavada uma visita de uma comitiva russa aos terrenos da Baía do Tejo.

 

“O resultado prático e imediato desta iniciativa será a visita de uma comitiva composta por várias entidades e empresas de diversos sectores de atividade a Portugal e com passagem assegurada pelos territórios Lisbon South Bay onde ficarão a conhecer os ativos da Baía do Tejo”, pode ainda ler-se no mesmo comunicado.

 

A Baía do Tejo pertence à Parpública e tem a seu cargo a gestão de parques empresariais situados nos terrenos da antiga Quimiparque, no Barreiro; da Lisnave, em Almada e da antiga siderurgia, no Seixal. Além disso gere toda a requalificação destes terrenos e ainda o projeto imobiliário previsto para a antiga Lisnave, chamado Cidade da Água.

 

O concurso para este projeto deve ser lançando no final do primeiro semestre, segundo declarações recentes do presidente da Baía do Tejo, Jacinto Pereira, mas já há cinco interessados, nomeadamente um grupo chinês, um britânico, um norte-americano e dois portugueses.

 

O vencedor deste concurso terá de comprar os terrenos – avaliados em cerca de 50 milhões de euros – e depois investir até 1.5 mil milhões de euros no desenvolvimento do projeto.

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