Esta subida teve um forte impulso dos Estados Unidos e do Japão. A subida do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano foi de 1% entre abril e junho, quando entre janeiro e março tinha crescido 0,5% e, no caso do Japão, passou-se de um retrocesso de 0,2% no início do ano para uma progressão de 0,5% no segundo trimestre.
Também se constatou uma melhoria, embora não tão acentuada, no Reino Unido, com uma subida de 0,4% entre abril e junho, depois de 0,2% entre janeiro e março.
Na Alemanha, o avanço foi de 0,4% nos primeiros três meses para 0,5% nos meses seguintes.
Em duas outras economias importantes da zona euro, a evolução foi diferente: em França o ritmo de expansão foi de 0,2% nos dois trimestres e em Itália houve uma desaceleração (de 0,3% para 0,2%).
Em termos homólogos, o crescimento económico abrandou no conjunto da OCDE, com 2,5% no segundo trimestre, menos uma décima do que no primeiro.