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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

"Vestuário só arranca em janeiro e com muita sorte", estima o presidente da Anivec. Face à quebra de encomendas, empresas do setor arriscam-se a perder 290 milhões por mês em exportações.

O vestuário está a ser um dos setores mais afetados pelo Covid-19 e adivinham-se tempos difíceis. Fábricas fechadas em toda a Europa, produções paradas, falta de matérias-primas, isolamento social e grande parte da população em teletrabalho. “O cenário é terrível e o arranque vai ser muito complicado. Se as empresas do vestuário começarem a erguer-se em janeiro do próximo ano já temos muita sorte”, prevê César Araújo, presidente da Associação Nacional das Indústrias de Vestuário e Confeção (Anivec).

 

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