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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Considerando a integração dos jovens no mercado de trabalho e a elevação das suas qualificações uma prioridade das politicas públicas nacionais, os programas de estágios profissionais são uma importante ferramenta na prossecução destes objetivos. Como beneficiário de estágio ao abrigo do Programa Inov Contacto, conheça a experiência do Filipe Claro, como estagiário em Maputo.

1. Qual a sua formação de base?
Licenciei-me em Comunicação e Design Multimédia.
 
2. Como teve conhecimento desta medida (Estágio Inov Contacto)?
Tive conhecimento do programa Inov através de amigos que tinham completado o estágio na edição anterior à minha.
 
4. O processo de acolhimento na empresa no estrangeiro, decorreu segundo as suas expectativas?
Sim, aliás, foi mais tranquilo do que era esperado. Ter estagiado em Portugal antes de ir para o país de estágio ajudou na integração.
 
5. O facto de o estágio ter sido frequentado no estrangeiro trouxe-lhe constrangimentos e/ou mais valias?
Na minha perspetiva só trouxe mais valias, porque fez com que tivesse outra visão do mundo fora de Portugal.
 
6. Como se desenvolveu a sua adaptação ao território estrangeiro? Que constrangimentos sentiu? 
Eu sou uma pessoa bastante pragmática e como eramos bastantes estagiários em Maputo (cidade destino) não senti uma barreira tão grande como era de esperar, mas talvez o facto de se falar o Português pode ter ajudado.
 
7. Considera que desenvolveu e/ou adquiriu competências na sua área de formação profissional? E em outras áreas de competências, por exemplo comportamentais, ou tecnológicas?
Definitivamente evoluí em termos profissionais mas principalmente desenvolvi soft skills necessários para lidar com clientes e stakeholders e, principalmente, para gerir projetos.
 
8. Finalizado o estágio, foi-lhe dada a possibilidade de celebrar um contrato com a empresa? Aceitou? Caso lhe tivesse sido dada essa oportunidade teria aceite?
Sim, fizeram uma oferta mas infelizmente as condições da mesma não eram favoráveis economicamente, tendo em conta o panorama geral de Moçambique na altura e o facto de ser expatriado. No entanto, continuei a trabalhar com a empresa em regime de outsourcing em Portugal por mais 4 meses, de modo a finalizar alguns projetos que tinham começado quando o estágio estava a acabar. Depois continuei com projetos em freelance e recentemente, a AICEP fez-me uma proposta de trabalho, a qual eu aceitei.
 
9. Considera que o estágio que frequentou constitui uma mais valia para a sua carreira profissional?
Sem dúvida alguma, tanto que nunca me irei esquecer da minha experiência Inov Contacto e julgo ser esse o sentimento geral dos meus colegas também.
 
10. Recomendaria esta medida a outros jovens?
Eu recomendo o Inov Contacto a qualquer jovem que não tenha medo de estar desconfortável e que abrace a diferença cultural como algo que irá enriquecer a sua vida. Este tipo de experiência não tem preço.

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