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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Em plena pandemia a Madeira consegue criar mais empresas, quando comprado com dissoluções, no segundo trimestre. Contudo o número de criação de empresas é o mais baixo dos últimos 10 anos, diz Direção Regional de Estatística. Rácio entre ciração e dissolução de empresas é de 1,45 na Madeira, face aos 2,47 do território nacional.

A Madeira tem mais 27 empresas no segundo trimestre, em plena pandemia do coronavírus covid-19, de acordo com os dados da Direção Regional de Estatística (DREM).

 

No segundo trimestre foram criadas 111 sociedades, com sede na Madeira, face a 84 dissoluções.

 

Contudo em termos homólogos foram constituídas menos 139 empresas e dissolvidas menos 25.

 

Os dados da DREM referem que nos últimos 10 anos não existe um valor tão baixo de criação de empresas, enquanto que nas dissoluções é o mais baixo desde o quarto trimestre de 2008.

 

Em termos globais as atividades imobiliárias contam com mais 10 empresas, a construção com mais nove e as atividades de consultoria, científicas, técnicas e similares têm mais cinco empresas.

 

O Comércio por grosso e a retalho, reparação de veículos automóveis e motociclos perdeu seis empresas.

 

No saldo entre criação e dissolução de empresas o Funchal foi o município com o saldo mais positivo, tendo sido criadas 81 empresas e dissolvidas 59. Os municípios de Santa Cruz, Câmara de Lobos, Machico, Santana e Porto Santo tiveram mais empresas no terceiro trimestre.

 

A Ribeira Brava teve um saldo nulo, enquanto que Calheta, Ponta do Sol, Porto Moniz e São Vicente, perderam empresas.

A Madeira presentou um rácio de 1,45 entre criação e dissolução de empresas, inferior aos 2,47 apresentados pelo território nacional.

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