NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Eurico Brilhante Dias vai estar no Funchal, na próxima sexta-feira (14h30), para proferir uma conferência organizada pela Associação Comercial e Industrial do Funchal. O secretário de Estado da Internacionalização vai abordar o processo de internacionalização geral em Portugal e as vicissitudes que existem na Região, bem como os meios de divulgação e promoção.

“A ACIF convida os empresários que já estão internacionalizados ou que têm uma orientação estratégica para um percurso de futura internacionalização a virem a esta reunião”, refere Cristina Pedra Costa

 

A presidente da ACIF considera importante dar a conhecer ao governante “as características próprias de uma região insular, caracterizada como ultraperiférica que tem exemplos de internacionalização em alguns sectores”.

 

A do turismo e do Vinho Madeira, áreas tradicionais para a internacionalização as empresas madeirenses, destaca outros sectores que têm grandes potencialidades.

 

“Claramente as tecnologias de informação. É um trabalho desmaterializado e Portugal tem das melhores comunicações à escala europeia e a Região também integra esse grupo de liderança. Há um acesso rápido, fluído e muito eficiente para fazer todo o tipo de trabalhos que não pressupõem uma loja aberta mas podem ser desenvolvidos. Também nestas áreas já temos algumas empresas que são casos de sucesso”.

 

A consultoria é outra das áreas em que a Madeira poderá apostar com sucesso.

 

Internacionalização que enfrenta alguns problemas que nãos e limitam às especificidades de cada país de destino.

“O processo de internacionalização é muito complexo, porque é necessário, por exemplo, ver os constrangimentos cambiais, a legislação laboral, se é necessário ou não ter um sócio local. Para além das especificidades que mudam com o país, o facto é que as missões empresariais que são organizadas, por vezes não são dadas a conhecer à Madeira”, explica.

 

Cristina Pedra reconhece o “trabalho muito meritório da AICEP” que no entanto “carece de uma junção mais directa à Região”.

“A ACIF tem dado sempre nota de missões empresariais, mas tem sido pelos protocolos que tem feito junto das confederações portuguesas e associações e câmaras de comércio com quem temos ligações muito estreitas. O que pretendemos é ser um receptor da informação que é gerado ao nível o governo central e podermos disseminar a nível regional”, conclui.

Partilhar