NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Preços da energia levam a queda acentuada da taxa de inflação homóloga na OCDE para 1,7% em março. Por outro lado, inflação dos preços dos alimentos sobe de 2% para 2,4%.

A taxa de inflação homóloga na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) desacelerou significativamente para 1,7% em março, que compara com os 2,3% registados em fevereiro, naquela que é a maior queda desde a crise financeira. Segundo os dados divulgados esta terça-feira pela instituição liderada por Angel Gurría, para este desempenho contribuiu a queda dos preços de energia de 3,6% em março, depois do aumento de 2,3% em fevereiro.

 

“Excluindo alimentos e energia, a inflação da OCDE foi estável de 2,1% em março, que compara com os 2,2% em fevereiro”, refere em comunicado.

 

A OCDE sublinha que as projeções da inflação para abril ainda não estão disponíveis, mas uma estimativa rápida do Eurostat, o organismo de estatística da União Europeia, indica que a inflação continua a desacelerar para 0,4%, face aos 0,7% de março, devido à queda nos preços de energia.

 

Em março, a taxa de inflação homóloga desacelerou em todas as principais economias, excepto no Japão, que estabilizou em 0,4%. No Canadá (0,9%), Estados Unidos (1,5%) e França (1,4%) a taxa caiu significativamente, enquanto na Alemanha (1,4%), Reino Unido (1,5%) e Itália (0,1%) a diminuição foi mais moderada. Na zona euro, caiu de 1,2% para 0,7%, enquanto entre as economias do G20, a Argentina registou uma queda de 50,3% para 48,4%, a China de 5,2% para 4,3% e a o Brasil de 4% para 3,3,%. Já na Rússia subiu de 2,3% para 2,5%.

Partilhar