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As transportadoras aéreas portuguesa TAP e angolana TAAG têm 12 voos previstos na rota Luanda-Lisboa até 25 de outubro. Voos podem aumentar a partir de 21 de setembro com reabertura do espaço aéreo angolano.

Angola vai reabrir o espaço aéreo ainda este mês, o que irá permitir mais voos. Vão no entanto ser obrigatório testes de despistagem à Covid-19.

 

As transportadoras aéreas portuguesa TAP e angolana TAAG têm 12 voos previstos na rota Luanda-Lisboa até 25 de outubro, mas o número deverá aumentar, atendendo à retoma das ligações internacionais com Angola, a partir de 21 de setembro.

 

Segundo a página do Consulado de Portugal em Luanda, a TAP vai operar ligações Luanda-Lisboa a 11 e 16 de setembro, às 22:45 e no dia 18 às 23:20.

 

A TAAG vai realizar voos nesta rota nos dias 13, 15, 17 e 27 de setembro e 04, 11, 18 e 25 de outubro.

 

O Governo angolano anunciou na terça-feira que vai reabrir o espaço aéreo a voos internacionais, após quase seis meses de encerramento, a partir de 21 de setembro deixando de ser necessária autorização para entrar no país.

 

As entradas e saídas de Angola estão, no entanto, sujeitas à realização de um teste de despistagem à covid-19, com base na biologia molecular (RT-PCR), até 72 horas antes do embarque.

 

Fonte da TAP disse à Lusa que a companhia aérea "está preparada para retomar os voos entre Portugal e Angola logo que sejam levantadas as restrições motivadas pela pandemia”, planeando reiniciar a operação regular para Angola com quatro voos por semana entre Lisboa e Luanda.

 

O princípio da existência da cerca sanitária em território angolano permanece, mas o governo alargou as categorias de cidadãos enquadradas nas exceções dos que podem entrar e sair do território nacional, nomeadamente cidadãos angolanos e estrangeiros residentes, bem como profissionais estrangeiros que prestam serviço em Angola e estrangeiros portadores de visto de trabalho.

 

Os cidadãos nacionais e residentes em território angolano, bem como os não residentes portadores de visto de trabalho são obrigados a cumprir quarentena domiciliar durante, pelo menos, sete dias, sendo obrigatória a realização de um novo teste para terem alta.

 

Angola anunciou na quinta-feira um recorde diário de infeções, com registo de 125 novos casos de covid-19 e quatro mortes, totalizando 130 óbitos e 3.217 infetados.

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