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O grupo bancário holandês ING teve um lucro de 186 milhões de euros em 2019 na operação em Portugal e Espanha, mais 13% que no ano anterior, explicado pelo aumento das receitas e à diversificação da sua atividade.

O grupo bancário holandês ING teve um lucro de 186 milhões de euros em 2019 na operação em Portugal e Espanha, mais 13% que no ano anterior, explicado pelo aumento das receitas e à diversificação da sua atividade.

De acordo com os responsáveis da filial ibérica, em conferência de imprensa realizada esta quarta-feira em Madrid, os lucros antes de impostos cresceram 20%, para 258 milhões de euros.

 

O presidente executivo do ING para Portugal e Espanha, Roel Huisman, que tomou posse em novembro último, explicou que o seu objetivo é manter a estratégia de continuar a aumentar a base de clientes da instituição, com especial atenção aos clientes que a consideram como o seu banco principal.


Huisman afirmou que não queria fazer mudanças "radicais" na direção do banco, que tem uma equipa "muito comprometida" e focada, que tem feito um excelente trabalho.

 

As receitas "ordinárias" foram de 721 milhões em 2019, mais 17% do que no ano anterior, e o ING assegura que já tem mais de quatro milhões de clientes em Espanha e Portugal, dos quais 2,3 milhões têm domiciliado o seu salário (mais 7%), considerando assim a instituição como o seu banco principal.

 

"O ano de 2019 foi um ano em que mais clientes fizeram do ING o seu banco principal", disse a diretora-geral para os particulares, Almudena Román, que também destacou que o banco continuou a crescer no ano passado naquele que é seu principal mercado em Espanha: o crédito hipotecário.

 

Quanto ao financiamento total, o crédito a clientes aumentou 9% para 26 mil milhões, impulsionado pelas hipotecas, que aumentaram 12,5%, para 3.548 milhões de euros.

 

Quanto à banca grossista, o diretor-geral desta área e também de Investimento, Cristóbal Paredes, recordou o compromisso da entidade com a sustentabilidade, tendo dado como exemplo o financiamento de 50 parques eólicos em Portugal, que recebeu a classificação de empréstimo verde.

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