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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Em antecipação a um possível lockdown derivado da rápida propagação do vírus Covid-19 pelo Reino Unido, os consumidores britânicos afluíram em massa a cadeias de supermercado, deixando para trás um rasto de prateleiras vazias.

De modo a contrariar a tendência de “consumo em pânico” de produtos alimentares e de higiene registada nos últimos dias, as cadeias de supermercados britânicas introduziram o racionamento de comida por cliente. A Tesco e Aldi impuseram limites a todos os produtos, encerrando ainda balcões de carne, peixe, comidas rápidas, e saladas; a Asda e Sainsbury’s regularam a quantia de produtos alimentares e higiénicos por cliente.

 

O supermercado online Ocado interrompeu o seu serviço de entregas temporariamente, suspendendo o seu website e aplicação até dia 21, alegando incapacidade de corresponder ao pico inesperado de encomendas registadas nos últimos dias.

 

De modo a promover a higiene e segurança dos seus trabalhadores, a Tesco inseriu ainda linhas de distanciamento nos seus pontos de pagamento e a Morrisons introduziu janelas de proteção para os seus assistentes de vendas. Esta retalhista indicou ainda que recrutará 2500 estafetas para as suas encomendas online.

 

Sainsbury’s e Iceland dedicarão uma hora diária a consumidores idosos e aos mais vulneráveis ao Coronavírus, concedendo acesso prioritário a bens de primeira necessidade como papel higiénico, massas e enlatados, que têm sido alvo particular de stockpiling.

 

Não obstante o aumento exponencial na procura por produtos agroalimentares, várias cadeias – entre as quais Morrisons, Sainsbury’s, e Iceland – asseveraram os seus clientes de que reforçarão as suas lojas com produtos de primeira necessidade, transmitindo a sua confiança na robustez das supply chains.

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