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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A Agepor vê com preocupação o movimento que tem vindo a ser alimentado contra o prolongamento do molhe de proteção do porto de Leixões, considerando-a uma obra essencial para a manutenção da competitividade e perspetivas de futuro daquele porto, que é vital para a economia nacional e para a região.

A Agepor – Associação dos Agentes de Navegação de Portugal felicita o anúncio de ontem, dia 15 de julho, relativo ao investimento de 122 milhões de euros e ao prolongamento da concessão até 2038, mas  espera “ouvir brevemente um anúncio igual ao que agora é feito a concretizar a expansão de capacidade do Terminal XXI em Sines”.

 

Sobre o acordo para o referido terminal do porto de Lisboa, entre a APL – Administração do Porto de Lisboa e o grupo turco Yilport, a Agepor considera que se trata de “um sinal ao mercado”, “um sinal de o porto de Lisboa, e mais concretamente a Liscont, quer continuar no mapa e quer responder afirmativamente, e de forma sustentada, ao crescimento das trocas comerciais na região e competir com os outros portos nacionais”, sublinhando que “mais vale tarde que nunca”..

 

“Mas para este investimento singrar é crucial a paz social que continua a não estar assegurada”, alerta o comunicado da Agepor, referindo-se aos conflitos laborais que têm afetado o porto da capital nos últimos anos.

 

Mas associação dos agentes de navegação lança outros avisos no referido comunicado: “em sentido inverso, a Agepor vê com preocupação o movimento que tem vindo a ser alimentado contra o prolongamento do molhe de proteção do porto de Leixões”, considerando-a “uma obra essencial para a manutenção da competitividade e perspetivas de futuro daquele porto, que é vital para a economia nacional e para a região”.

 

A Agepor refere-se também ao porto de Setúbal, dizendo que “é de louvar o esforço que tem vindo a ser feito pela APSS [Administração dos Portos de Setúbal e de Sesimbra] para conseguir concretizar a melhoria das acessibilidades marítimas”, acrescentado que “o porto de Setúbal suporta a indústria da região e consequentemente o emprego e a prosperidade da sua população em geral”.

 

“Melhores fundos marítimos aumentam os níveis de segurança de navegação e reforçam a competitividade económica e a qualidade ambiental”, defende a Agepor, em relação a um projeto que tem sofrido diversa contestação.

 

Sobre os restantes portos nacionais, o comunicado da Agepor conclui que “Viana do Castelo, Aveiro e Figueira da Foz vão fazendo o seu caminho”.

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