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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros não quer uma crise política em Portugal e apresenta três razões políticas para a aprovação pela oposição do Orçamento do Estado para 2021.

Augusto Santos apela à aprovação do Orçamento do Estado. O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiro confia no sentido de solidariedade das bancadas da oposição em nome da estabilidade do pai.

 

Ao discursar esta segunda-feira numa conferência da Agência para Internacionalização e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Augusto Santos Silva, não quis individualizar as bancadas parlamentares mas fez um apelo ao sentido de responsabilidade de todos os partidos.

 

"A minha obrigação como ministro dos negócios estrangeiros com a responsabilidade, ao mesmo tempo pela política europeia do país e pela política de internacionalização da sua economia, a minha responsabilidade é chamar todos no parlamento ao sentido indispensável para que o Orçamento do Estado possa ser aprovado e se evite qualquer crise", sublinha.

 

O ministro adianta ainda que "não se compreenderia que, no momento em que Portugal discute com a Comissão Europeia o seu Plano de Recuperação e Resiliência, no momento em que Portugal vai assumir a presidência o Conselho da União Europeia, no momento em que vão estar disponíveis no princípio de 2021 os instrumentos financeiros poderosos que o Conselho Europeu criou, designadamente o Fundo de Recuperação mas também o quadro financeiro e plurianual, não se compreenderia que nessas circunstancias o pais por sua iniciativa criasse uma crise", argumenta.

 

Augusto Santos Silva disse estas palavras numa conferência da AICEP onde a Agência para Internacionalização revelou que nos últimos seis meses em plena pandemia a AICEP injetou cerca de 60 milhões de euros na economia.

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