NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O comércio internacional do G20 continuou a desacelerar no último trimestre de 2019 para níveis mais baixos em dois anos e deverá manter a tendência no primeiro trimestre deste ano devido à propagação do coronavírus, indicou hoje a OCDE.

Num comunicado, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) refere que as exportações e as importações recuaram 0,1% e 1,3%, respetivamente, em relação ao trimestre anterior, estando agora no nível mais baixo em dois anos.

 

Todas as economias do G20 da América do Norte contraíram-se no último trimestre de 2019, refere a OCDE, adiantando que a mais atingida negativamente foi o México, cujas exportações e importações recuaram 3,4% e 3,2%, respetivamente.

 

O Canadá registou recuos das exportações e das importações de 1,6% e 1,8% no quarto trimestre de 2019 face ao terceiro trimestre e os Estados Unidos contrações de 0,6% e 3,2%.

 

As maiores economias do G20 registaram uma tendência ligeiramente melhor, já as exportações aumentaram em França (1,1%), Itália (1,0%) e Alemanha (0,2%).

 

Em relação às importações, estas recuaram em França (0,8%) e em Itália (2,3%), mas aumentaram marginalmente na Alemanha (0,2%).

 

No Reino Unido, suportado por uma forte apreciação da libra face ao dólar no último trimestre, tanto as exportações como as importações avançaram, designadamente 2,4% e 1,1%.

 

Na Ásia, as exportações e as importações recuaram fortemente tanto no Japão como na Coreia do Sul. As exportações e as importações contraíram-se 3,4% e 3,6% no Japão e 2,6% e 2,4% na Coreia do Sul.

 

As exportações e as importações registaram recuos de 12,3% e 8% nos dois últimos anos, respetivamente.

 

Na China, tanto as exportações como as importações subiram 0,4% e 2,8%.

 

Na Índia, as exportações cresceram 2,8% e as importações contraíram-se 4,4%, enquanto na Indonésia as exportações se mantiveram e as importações aumentaram 2,6%.

 

Na América do Sul, as exportações da Argentina cresceram 6,2% enquanto as importações se contraíram 9,9%.

 

As importações e exportações também recuaram significativamente no Brasil, designadamente 8,1% e 1,5%.

Partilhar