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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Eurostat revelou que dos estados membros da União Europeia, o maior exportador é a Alemanha, com 64% das exportações a seu cargo, seguido pela Suécia, que detém 13% das exportações e o Reino Unido, com 10%.

A Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos divulgou durante a tarde de quinta-feira os dados para a venda de veículos elétricos em Portugal, durante todo o ano de 2018. Segundo a associação, foram vendidos 8.241 veículos elétricos, e o presidente Henrique Sánchez garantiu que “se venderam tantos carros como entre os anos de 2010 e 2017”.

 

O Eurostat divulgou os dados referentes ao comércio destes “carros verdes” na União Europeia, esta sexta-feira. De acordo com esses dados, a União Europeia conseguiu exportar elétricos e híbridos no valor de 4,7 mil milhões de euros, enquanto as importações destes veículos se fixaram em 1,6 mil milhões de euros.

 

Esta troca comercial de carros híbridos e elétricos, com um especial destaque para as exportações que atingem quase cinco mil milhões de euros, revela um excedente de três mil milhões de euros no ano de 2018.

 

Os principais destinos foram a Noruega, que encomendou 39% das exportações, os Estados Unidos da América, com 23%, e a China, com apenas 10%. Já as importações tiveram como principais entregadores a Coreia do Sul, com 48%, o Japão, com 35%, e os Estados Unidos, apenas com 10%.

 

O Eurostat revelou que dos estados membros da União Europeia, o maior exportador é a Alemanha, com 64% das exportações a seu cargo, seguido pela Suécia, que detém 13% das exportações e o Reino Unido, com 10%. Ainda assim, estes países também se encontraram na lista dos que maiores importadores, sendo que a Alemanha volta a estar em primeiro lugar, com 26%, seguindo-lhe a Bélgica e a Suécia, ambos com 16%, e o Reino Unido, desta vez com 15%.

 

Apesar dos veículos 100% elétricos estarem a ganhar terreno de forma lenta, apenas conseguiram obter 32% das importações e 39% de exportação, deixando-se derrotar pelos veículos híbridos. Estes híbridos, embora apresentem pouca autonomia elétrica, são os que permitem fazer mais quilómetros sem tantas paragens para abastecer, e por essa razão conseguiram dominar 67% das importações e 60% das exportações da União Europeia.

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