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A promotora imobiliária Avenue vai alocar 150 milhões de euros para um terceiro ciclo de investimento e deixará de apostar exclusivamente no segmento de luxo, pretendendo fazer projetos para a classe média.

A promotora imobiliária Avenue vai alocar 150 milhões de euros para um terceiro ciclo de investimento e deixará de apostar exclusivamente no segmento de luxo, pretendendo fazer projetos para a classe média, revelou o diretor-geral da empresa, Aniceto Viegas, em entrevista ao site idealista/news.

 

O responsável revelou que desde 2015 a Avenue já investiu 225 milhões de capitais próprios em nove projetos em Portugal, dos quais oito no segmento residencial de luxo e um de escritórios. O terceiro ciclo terá um investimento de 150 milhões de euros, elevando o total para 375 milhões. "Temos como grande objetivo conseguir fazer um projeto, ou vários, para a classe média, o que tem uma equação de preço muito sensível", diz Aniceto Viegas, indicando ainda que a promotora vai apostar também no segmento dos escritórios.

 

Até ao final do ano passado a Avenue, que tem como acionista a "private equity" Aermont, tinha concluído cinco projetos e até junho deste ano ficarão concluídos o Mulberry Hill, na Rua Artilharia 1, e o 266 Liberdade (antiga sede do Diário de Notícias), ambos em Lisboa.

 

Entre os projetos da Avenue contam-se o Liberdade 203 e o Liberdade 40, em Lisboa, e o Aliados 107, no Porto, que ficaram concluídos em 2018. No ano passado ficaram concluídos o Orpheu 11 e o The Cordon, localizados no Chiado. "Em termos de volume de negócios, estes sete projetos representam um volume de negócios, ou seja, gerarão até a sua conclusão, até junho deste ano, 250 milhões de euros, o que dá uma média de cerca de 70 milhões de euros de faturação anual", assinala.

 

Quanto aos clientes, os compradores são 40% portugueses, 40% brasileiros e 20% de outras nacionalidades, revela.

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