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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Dedicado à produção de têxteis para casa e decoração no segmento luxo, o grupo Abyss & Habidecor exporta cada vez mais para a China, destino onde as vendas têm crescido a um ritmo de 20% ao ano.

Com duas fábricas na região de Viseu, onde emprega cerca de 300 pessoas, o grupo empresarial de Celso Lemos está já presente em 25 cidades do gigante asiático, onde não vê qualquer tipo de concorrência.

 

“A China faz em grandes quantidades, não é concorrência nenhuma. Nós somos uma empresa artesanal e eles não têm capacidade para fazer o que nós fazemos e todos os anos a nossas vendas para a China têm aumentado”, disse Celso Lemos, citado pela agência Lusa, durante um recente encontro promocional para os produtos portugueses organizado em Pequim pela embaixada portuguesa e pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP).

 

Segundo a agência, o sector dos têxteis registou em 2017 um crescimento homólogo nas exportações para a China de 42,6%, superando os 23 milhões de euros. Entre distribuidores, importadores e designers, o encontro reuniu mais de uma centena de profissionais, um tipo de iniciativa que o embaixador português em Pequim, José Augusto Duarte, quer repetir ao longo do ano para promover a cultura e os produtos portugueses, segundo revelou o diplomata.

 

Produzidos em máquinas manuais e com algodão egípcio Giza 70 – o que significa que foi plantado na década de 70 e tem, portanto, 40 anos – os artigos do grupo de Celso Lemos destinam-se exclusivamente ao segmento luxo. Com a marca Abyss são produzidas toalhas e roupões de banho, enquanto a Habidecor produz os tapetes de banho, “que são luxuosamente macios e também podem ser usados como tapetetes”, diz a empresa.

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