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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O dstgroup, grupo português na área da Indústria da Engenharia da Construção Civil e Obras Públicas, com sede em Braga, decidiu assumir o pagamento dos salários de todos os membros da Companhia de Teatro de Braga.

Para José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, um país sem cultura não sobrevive.

 

"As frentes abertas pelo demónio, covid-19, que exigem responsabilidade dos empresários são inúmeras. O dstgroup entende que depende dos seus "soldados" e desde a primeira hora, ainda não existia ainda um único infectado em Portugal, elaborou o seu plano de contingência que tem sido permanentemente actualizado.

 

Não nos passaria pela cabeça que teríamos 364 trabalhadores em teletrabalho e, com a implementação de ferramentas de gestão, e a monotorização diária, numa espécie de Kaizen às 8,59 horas, conseguíssemos trabalhar", refere o responsável.

 

Independentemente dos recursos colocados à nossa indústria pelo Governo da República e pela banca o grupo revela que está em condições de garantir os salários dos nossos trabalhadores, os compromissos com fornecedores e parceiros sem exaurir o Estado.

 

"Somos quase 1800 trabalhadores e, com o tal demónio a espernear em Fevereiro, admitimos 66 trabalhadores e no presente mês de Março, até hoje, 49 novos trabalhadores. Hoje aprovamos a admissão de mais três trabalhadores.

 

Não, não despedimos ninguém, nem os que estão à experiência serão dispensados a não ser por razões de desfasamento com a nossa psique e de mau desempenho. Até hoje isso ainda não aconteceu a nenhum", refere José Teixeira..

 

"Não podendo acorrer a tudo, independentemente de outros apoios sociais do grupo, em curso, decidimos assegurar os salários dos 14 trabalhadores da Companhia de Teatro de Braga nos próximos três meses, fora do subsídio plurianual e apoio que lhe atribuímos há quase 40 anos", explica o administrador do dstgroup.

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