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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal diz que há três ingredientes para captar mais investimento: talento, competitividade e inovação.

Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) já superou a barreira dos dois mil milhões de euros de projetos de investimento produtivo apoiados desde 2015.

 

O marco foi hoje assinalado pelo presidente da AICEP, Luís Castro Henriques, durante o debate “Empresas Mais Fortes: trabalhar num mercado global” promovido pelo Expresso e o banco Santander.

 

Neste encontro, que decorreu na sede da instituição bancária, em Lisboa, estiveram também presentes Marco Costa, diretor-geral da Talkdesk; Gustavo Duarte, presidente da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM); e Pedro Nunes Correia, diretor coordenador da direção de negócio internacional do banco Santander.

O debate que girou em torno do talento, da competitividade e da inovação do país será notícia na próxima edição do semanário. São estes três ingredientes que têm permitido angariar um crescente volume de investimento produtivo para o país, como também dinamizar a internacionalização das empresas portuguesas lá fora.

 

“Isto é tudo à volta de talento. O negócio é a qualificação dos nossos jovens”, resumiu Luís Castro Henriques. “Em Portugal, temos talento, um talento muito bom que não fica aquém de outro talento, nomeadamente em Silicon Valley onde também estamos presentes”, confirmou o diretor geral da Talkdesk, Marco Costa.

 

Já o presidente da ANTRAM, Gustavo Duarte, alertou que em Portugal “temos talento, mas somos atrativos pelo custo”. Sobre o desafio que é a internacionalização das empresas portuguesas, o diretor do negócio internacional do Santander, Pedro Nunes Correia, deixou outro aviso: “Estar lá fora não é só um rasgo. Estar num mercado global é uma vocação”.

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