O arranque de grandes projetos de gás natural em Moçambique representa uma oportunidade para empresas portuguesas em vários setores.
Luís Castro Henriques, presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), diz que está na hora de apanhar este comboio.
O seminário sobre o setor junta hoje 300 participantes em Maputo e o primeiro-ministro português participa na sessão de encerramento.
O investimento na bacia do Rovuma, norte de Moçambique, já começou e vai começar a produzir gás daqui a quatros anos.
Contagem decrescente para uma mudança, antevê Paulo Sousa, presidente do BCI, um dos maiores bancos de Moçambique.
A Galp faz parte de um consórcio com a Eni e Exxon para exploração de gás e há empresas portuguesas da área da construção que estão a participar nas obras de outro consórcio, da petrolífera Anadarko.
Quem acompanha os projetos diz que há oportunidades para mais.