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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Duas dezenas de startups dão a conhecer o que têm para oferecer em matéria de produtos e serviços aos estrangeiros que frequentam o ensino superior na capital.

São em Portugal mais de 42.500, dos quais cerca de 18 mil só na área de Lisboa. Os estudantes estrangeiros, é deles que falamos, têm gostos e necessidades específicas e, por isso, nasceram dezenas de empresas com produtos e serviços específicos para eles.

 

A nacionalidade mais representada é a brasileira com 12.500 estudantes, seguida de angolanos, espanhóis, cabo-verdianos e italianos. Os chineses e os franceses encontram-se entre os grupos de estudantes que mais tem crescido nas universidades portuguesas.

 

Várias empresas nasceram a pensar no mercado que os estudantes estrangeiros representam, desenvolvendo produtos e serviços específicos que vão de aulas de português a plataformas para encontrar alojamento, de aulas de música ao domicílio a aluguer de motos e de bicicletas, de viagens pelo país a atividades radicais. Também há quem desenvolva app’s de adaptação ao novo sistema de ensino, forneça alimentação saudável ou promova o desporto em associação com as novas tecnologias…

 

Dezenas dessas “start-ups” vão reunir-se no ISCTE – IUL esta segunda-feira, a partir das 11h00, numa iniciativa chamada “Start me Up!”. O objetivo é mostrar à comunidade de estudantes estrangeiros da capital as sua oferta.

 

“O mercado internacional de ensino superior que o Acordo de Bolonha criou, e no qual Portugal se está a revelar muito competitivo, também fez nascer novos mercados nas cidades universitárias portuguesas”, afirma Sónia Henriques, coordenadora do Gabinete de Relações Internacionais do ISCTE.

 

“Várias das start-ups que se dedicam a esse mercado surgiram no Audax (centro de empreendedorismo do ISCTE – IUL), outras no âmbito da Start Up Lisboa, outras noutros contextos: convidámos todas a que têm os estudantes estrangeiros no seu ‘core business’ a virem mostrar ao ISCTE o que têm para lhes oferecer”.

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