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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O Secretário de Estado da Internacionalização do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Eurico Brilhante Dias, entre 10 e 11 de setembro, deslocou-se a Budapeste, encontrando-se com os principais importadores húngaros, durante uma receção oferecida na residência de Portugal pela embaixadora de Portugal na Hungria, Maria José Morais Pires.

Na receção de trabalho estiveram também presentes os representantes das empresas portuguesas que investiram na Hungria, jornalistas e bloggers húngaros amigos de Portugal. Esteve também presente o GSA da TAP em Budapeste.

 

Entre os importadores húngaros presentes estiveram quem importa: cortiça – rolhas, pavimentos, revestimentos e acessórios de moda; Vinhos, azeite, conservas de peixe, doçaria, queijos, café, sal e outros produtos alimentares; Sistemas de eletrónica e carregador de carga rápida para veículos elétricos; Pavimentos e revestimentos cerâmicos; Cutelaria e porcelana; Mobiliário e têxteis-lar; Brinquedos e jogos educativos; Calçado e calçado de segurança e trabalho.

 

Entre as atividades previstas até ao fim do ano e que o Secretário de Estado da Internacionalização tomou conhecimento, de destacar a realização de uma prova de vinhos, a visita organizada pela AICEP de um importador a Portugal em outubro e o convite para  Lisboa ser a cidade em destaque no „Startup Night Budapest 2019”, que se realiza em 28 de novembro.

 

Na evolução do relacionamento económico bilateral de referir que as exportações portuguesas cresceram cerca de 30 por cento, tendo passado de 210 milhões de euros em 2017 para 270 milhões de euros em 2018. Para igual período, as importações provenientes da Hungria também aumentaram, tendo passado de 395 milhões de euros em 2017 para 460 milhões de euros em 2018.

 

Quanto a posição e quota da Hungria no comércio internacional de bens de Portugal, no ano passado, como cliente foi o 27. uma melhoria de três posições em relação ao ano 2017. Como fornecedor de Portugal, a Hungria foi o 23 país fornecedor.

 

Em 2019, para o período janeiro-julho, as exportações portuguesas mantiveram-se com 164 milhões de euros (163 milhões em 2018) e assistiu-se a um grande aumento das importações provenientes da Hungria, que passaram de 287 milhões para 350 milhões de euros.

 

Em 2018, os 5 grupos de produtos mais importantes das exportações portuguesas representaram mais de 90 por cento do total exportado. Máquinas e aparelhos (34,2 por cento), Veículos e outro material de transporte (16,5 por cento), Plásticos e borrachas (12,6 por cento), Instrumentos de ótica de precisão (10,3 por cento) e Químicos (8,8 por cento).

 

Para o mesmo ano, os 5 principais produtos das importações da Hungria representaram cerca de 90 por cento do total. Máquinas e aparelhos (42,6 por cento), Veículos e outro material de transporte (24,3 por cento), Químicos (16,1 por cento), Plásticos e borrachas (2,7 por cento), Instrumentos de ótica e precisão (2,5 por cento).

 

De sublinhar ainda que cada vez mais empresas portuguesas exportam para a Hungria, em 2017 foram mais de 670, um aumento de 100 empresas exportadoras comparado com o ano de 2015.

 

Quanto ao stock de investimento direto entre Portugal e a Hungria é modesto, cerca de mil milhões de euros , somado o investimento português acumulado na Hungria e o investimento húngaro acumulado em Portugal, cerca de 500 milhões em ambos os sentidos.

 

Finalmente o turismo está também em franco crescimento e que se reflete no número crescente de voos de e para Portugal, atualmente um total de 14 voos por semana, com a TAP 8 para Lisboa e Wizzair 6 voos Lisboa (4) e Porto (2). A Ryanair já anunciou e começa a operação para Portugal a partir de 29 de outubro com 8 voos, 3 para Lisboa e 5 para o Porto, um total de 24 voos por semana.

 

O secretário de Estado da Internacionalização, antes de regressar a Portugal, visitou a Pastelaria Lisboa, onde foi recebido por João Marques, fundador e sócio da „Lisboa”, que o informou que aquela é a primeira de várias Pastelarias Lisboa a abrir no futuro próximo, assim como a abertura do „Porto”, da Petisqueira Porto, para a qual já tem espaço em pleno centro de Budapeste, tal como a Pastelaria Lisboa.

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