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O Porto de Lisboa recebeu 239.135 passageiros de cruzeiros nos primeiros seis meses deste ano, segundo informação da APL, cujos dados indicam um novo recorde para a primeira metade de um ano, superando por cerca de 8,4 mil o anterior máximo, do ano de 2012.

A informação avançada pela APL indica que esse total de 239.135 passageiros compreende 29.026 passageiros em turnaround, ou seja, que começaram e/ou terminaram cruzeiros na capital portuguesa, e 210.109 em trânsito, que são os que chegaram e partiram no mesmo navio, visitando Lisboa apenas como excursionistas.

 

Relativamente ao primeiro semestre de 2018, os dados avançados em comunicado da APL indicam um crescimento médio do número de passageiros em 8,2%, que significou um aumento de 18.063, com mais 9.555 passageiros em trânsito (+4,8%) e mais 8.508 em turnaround (+41,5%), que é o segmento mais interessante para o turismo da cidade, pois normalmente envolve dormidas na hotelaria, e também a principal aposta com a entrada em operação do novo terminal dacidade.

 

Isso mesmo o destacou a presidente do Conselho de Administração do Porto de Lisboa, Lídia Sequeira, em declaração publicada no comunicado em que são informados alguns dados da actividade no primeiro semestre, na qual destaca que “a variação do segmento de turnaround significa a realização de operações com um maior número de passageiros a embarcar e a desembarcar, e pelo aumento do número de escalas em interporting”.

 

“O crescimento das viagens de turnaround, é uma consequência directa do novo Terminal de Cruzeiros de Lisboa, que oferece as melhores condições para acolher navios e passageiros de cruzeiro, mas também do potencial elevado que a cidade de Lisboa lhe confere, em especial com a sua beleza, o seu património e com a sua localização no cruzamento das principais rotas – Mediterrâneo, Báltico, transatlântico, Atlântico”, acrescenta a declaração.

 

Ainda assim, os dados mostram que os passageiros em turnaround foram no primeiro semestre apenas 12,1% do total do período, acima dos 9,3% do período homólogo de 2018, mas aquém dos 25,3% da primeira metade de 2009.

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