Os dados foram revelados esta quarta-feira, 5 de Julho, pelo Eurostat, que não publicou os indicadores referentes a Portugal uma vez que o INE ainda não os divulgou. O instituto português tinha previsto publicar os dados das vendas a retalho a 30 de Junho, mas explica no seu site que foi adiado para 7 de Julho devido a "dificuldades na mudança de Base".
O crescimento das vendas a retalho em Maio foi sustentado pelos produtos não-alimentares (0,6%), já que as vendas dos produtos alimentares desceram 0,4%. As vendas de automóveis (aumento de 1,7%) também contribuíram para o crescimento do índice geral.
Os maiores aumentos foram registados na Roménia (4,3%), Lituânia (1,8%) e Hungria (1,7%), enquanto as quedas mais fortes aconteceram na Finlândia (-1,2%) e na Eslovénia (-0,9%).
Na evolução homóloga (Maio deste ano contra Maio de 2016), as vendas a retalho na Zona Euro aumentaram 2,6%, igualando a taxa de crescimento homóloga registada em Abril.