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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O empreendimento tem já mais de metade das habitações reservadas.

Uma aldeia tipicamente alentejana, com casas azuis e brancas, a três quilómetros das praias da Comporta, por entre as dunas e os pinhais. A proposta é do grupo francês Terrésens, especializado no mercado de segunda habitação, que está a investir €30 milhões na construção de um empreendimento turístico, à entrada da aldeia do Carvalhal, no concelho de Grândola.

 

O projeto do La Reserve, que está a ser desenvolvido pelo ateliê Something Imaginary Architects, vai surgir implantado num terreno de pouco menos de 10 hectares e conta com 24 moradias, 82 villas e 56 apartamentos. A matriz principal será “recriar uma aldeia típica do litoral alentejano”, explica o assessor do grupo francês. António Neves esclarece que a construção será feita “em padrões tradicionais, com recurso a betão e alvenaria e o telhado dos edifícios será coberto com madeira e telha tradicional”. A preocupação ambiental do empreendimento, “é uma garantia absoluta dos promotores, respeitando a baixa densidade de volumetria que é exigida para esta zona”.

 

O projeto, que está a ser acompanhado pela autarquia de Grândola, “assume uma traça alentejana, com assinatura portuguesa”, a cargo do ateliê Something Imaginary Architects, liderado pelo arquiteto João Resende. A proposta do grupo francês “é uma visão de equilíbrio, entre a vertente turística e residencial, procurando construir uma aldeia integrada numa zona verde, com pinhais e a curta distância das praias da Comporta”, sublinha o assessor. Condicionantes que ditaram “uma elevada exigência ambiental. A área de construção prevista é de 22.058 m2, o que equivale a menos de 25% da extensão da propriedade onde se vai implantar”, situada entre o rio Sado e o Oceano Atlântico, nas imediações do Pego e do Carvalhal.

Apartamentos turísticos, vilas e moradias de luxo foram desenhados “com grandes áreas, entre os 195 m2 e os 338 m2 e surgem enquadrados pelas dunas e pinhais adjacentes”, adianta António Neves.

 

No Carvalhal as obras “estão já em velocidade de cruzeiro, o que permitirá a entrega dos primeiros apartamentos no verão do próximo ano”, conclui António Neves. As vilas e moradias deverão ficar concluídas na segunda metade de 2022.

Oferta dirigida 
ao mercado internacional

 

A oferta, que foi colocada no mercado internacional, é dirigida a clientes franceses (já há 20 mil em Portugal), mas não descura outras nacionalidades. O empreendimento tem já mais de metade das habitações reservadas, naquele que é o primeiro grande investimento dos franceses do Terrésens em Portugal.

 

As moradias, de luxo, terão quatro ou cinco quartos e serão equipadas com piscina e jacuzzi privativos. A rodear cada uma delas estará um jardim, com áreas entre os mil e os 2 mil metros. Estas vivendas foram colocadas no mercado com preços a partir dos €731 mil. As moradias do resort, 82 villas, recriarão “uma aldeia típica” da região do litoral alentejano, próxima da Comporta e contam com tipologias T3, T4 e T5. Algumas destas unidades disporão de piscina na cobertura e jardins que podem atingir os 500 m2. As primeiras destas unidades estão a ser comercializadas a partir dos €230 mil e dispõem de áreas entre os 91 m2 e os 180 m2. Nesta “aldeia” serão ainda construídos 56 apartamentos, de tipologia T2, mobilados e equipados. Com áreas que atingem os 77 m2 cada um destes apartamentos está a ser vendido por valores que rondam os €230 mil.

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