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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Este Breve Apontamento sobre o Retalho Alimentar na Alemanha, editado pela AICEP, é uma publicação de caráter prático que identifica as principais cadeias de retalho alimentar presentes no mercado e sinaliza as principais áreas de oportunidade. Inclui, ainda, uma abordagem breve do comércio online neste setor, na Alemanha, com indicação dos principais players.

A Alemanha é a maior economia em termos de Produto Interno Bruto no âmbito da UE28, e a quarta a nível mundial. Com uma população de cerca de 83 milhões de habitantes, é o terceiro maior importador mundial de bens e o primeiro em termos europeus.

 

Nos produtos alimentares, o mercado de consumo alemão é o maior na Europa, com vendas a retalho de 242 mil milhões de euros em 2017. É um mercado maduro que, apesar do aumento do rendimento disponível dos alemães, não cresce há 25 anos.

 

A repartição da despesa familiar é característica de um perfil conservador e a propensão ao consumo é mais moderada do que em Portugal. Apesar de o rendimento familiar disponível ser o dobro do português, a parcela dedicada à alimentação consegue ser ligeiramente inferior.

 

O consumidor alemão parece não atribuir muita importância à alimentação, consagrando-lhe uma parte reduzida do orçamento familiar quando comparado com a generalidade dos países europeus. A explicação imediata será a de uma gastronomia pouco elaborada, maior frugalidade e um nível de preços muito competitivo devido à logística e à concorrência.

De facto, apesar da Alemanha ser um grande produtor de alimentos, é internacionalmente conhecida, mais pelas suas cadeias de supermercados do que pelas marcas alimentares.

 

O processo de consolidação do mercado começou há duas décadas e não dá sinais de abrandar e os cinco maiores representam já 75% do retalho alimentar no mercado sendo, em alguns dos casos, referências mundiais no hard-discount.

 

Em 2017 Portugal exportou para a Alemanha cerca de 6,3 mil milhões de euros, um aumento de 7,2% face a 2016. As exportações de alimentares e bebidas atingiram 210,5 milhões de euros, valor que poderá crescer significativamente, face à qualidade da oferta portuguesa, com um maior esforço promocional e conhecimento do mercado por parte das empresas nacionais.

 

Consulte o documento aqui.

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