NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A COVID19 tem vindo a elevar os níveis de despesa para valores históricos, mas há uma categoria que não tem sido controlada, por vezes fechando em números verdes: o comércio eletrónico.

Neste contexto, em que os consumidores têm recorrido cada vez mais às compras online, o gigante do comércio eletrónico, Amazon, tem sido sem dúvida, a estrela escolhida em todo o mundo.

 

A Amazon é o líder incontestável no comércio eletrónico, e a sua quota no mercado nos Estados Unidos, é já oito vezes superior à do Walmart, o seu principal concorrente. A Amazon representa aproximadamente 40% do mercado, enquanto o Walmart, o segundo maior operador, ocupa cerca de 5% do mercado, de acordo com o eMarketer.

 

As ações do Walmart subiram cerca de 4% durante o ano.

 

«Ao estilo típico da Internet, existe um modelo vencedor e, neste caso, foi a Amazon, que representa agora 40% do volume bruto de bens nos Estados Unidos», dizem os analistas de Bernstein. A vasta e diversificada gama de produtos oferecidos, os preços mais baixos e as garantias e prazos de entrega, são os fatores que fizeram dele o marketplace mais procurado para as compras online durante a quarentena.

 

No primeiro trimestre, as vendas líquidas da Amazon aumentaram 26%, ano após ano, para 75,5 mil milhões de dólares, à medida que as pessoas acediam ao seu website. O Walmart ainda não divulgou os seus resultados no país, mas no dia 30 de Abril comunicou o lançamento do seu serviço de entregas expresso. A empresa acelerou o desenvolvimento do serviço, num esforço para responder à crescente procura do comércio eletrónico.

 

A Target, por sua vez, indica um aumento de 275% nas vendas digitais até à data, enquanto que a Best Buy cresceu 250%.

Partilhar