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O Lloyds Banking Group registou lucros, depois dos impostos, de 1,2 mil milhões de libras, no primeiro trimestre deste ano.

O britânico Lloyds Banking Group registou lucros de 1,2 mil milhões de libras no primeiro trimestre do ano, um resultado que se traduz numa subida de 2% face ao mesmo período do ano anterior. Este desempenho acontece numa altura em que a incerteza que rodeia o Brexit afeta os negócios, e fica abaixo das expectativas dos analistas.

 

Este lucro, depois dos impostos, deve-se a maiores receitas e custos mais baixos, justifica o banco. “Nos primeiros três meses de 2019, voltámos a ter um forte desempenho no negócio, com progresso estratégico contínuo, aumento do lucro estatutário e subjacente e fortes retornos financeiros”, aponta António Horta Osório, líder do Lloyds Bank, citado em comunicado.

 

Entre os objetivos definidos para este ano, a instituição financeira liderada pelo gestor português destaca a migração do portfólio de cartões de crédito prime, que foi concluída um trimestre antes do planeado. Com este avanço, o Lloyds tornou-se “o maior fornecedor de cartões de crédito do Reino Unido”.

 

No que diz respeito a “ajudar o Reino Unido a prosperar”, outra das metas delineadas, o grupo destaca o apoio às empresas britânicas em 2019, com o compromisso de emprestar 18 mil milhões de libras, bem como o apoio aos clientes que serão compradores pela primeira vez, nomeadamente para as famílias ajudarem os filhos a comprar uma casa.

 

O gestor português acrescentou ainda que, apesar do possível impacto do Brexit na economia, “continua confiante” no desempenho da instituição financeira. O Lloyds reafirma os objetivos financeiros planeados para 2019, incluindo manter os custos operacionais inferiores a oito mil milhões de libras.

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