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Qual a relação dos portugueses com as marcas? Ainda ligamos aos logótipos? “Portugal tem uma cultura “eminentemente visual”, os portugueses são “fortes em memória visual”, afirma o diretor geral da Tux&Gill em entrevista ao Jornal Económico.

Como nasce um logótipo e qual a forma como os portugueses reconhecem a identidade visual das marcas? António Leitão de Sousa, diretor-geral da empresa Tux&Gill (agência de publicidade portuguesa a celebrar 25 anos de existência) em entrevista ao Jornal Económico realça que Portugal tem uma cultura “eminentemente visual”, os portugueses são “fortes em memória visual” e por essa razão a empresa sublinha que utilizar um logótipo continua a fazer parte dos planos, apesar das marcas estarem “em constante evolução”. “O elemento mais estável e sintetizado da identidade uma marca ainda é o logótipo”, sublinha António Leitão de Sousa, acrescentando ainda que este pode “ser tão simples como uma maçã trincada”, chegando para os consumidores identificarem a marca.

 

“Onde a marca está e onde quer estar”

 

A Tux&Gill “é uma agência de publicidade portuguesa independente com competências multidisciplinares”, indica o próprio site de apresentação da empresa. Dizem que a sua forma de trabalhar prima pela simplicidade sendo que esta “não tem sinónimos, é atitude, ideias, processos com foco nos resultados”.

 

“Foi e é uma longa corrida de sprint”, afirma António Leitão de Sousa quando questionado sobre o balanço dos primeiros 25 anos de experiência. “Numa indústria que não parou nem irá parar de se adaptar, de crescer em relevância no dia a dia das pessoas, é admirável o caminho percorrido em que as pessoas, conjuntamente com tecnologia, estratégia e criatividade, foram e são determinantes”, afirma o diretor geral da empresa.

 

Com uma equipa de 34 profissionais, Leitão de Sousa admite que é “uma equipa que entrega o seu melhor” nos projetos idealizados e realizados. Têm como base “uma grande diversidade de experiências e formação”, sendo “talentos motivados e empenhados em darem o seu personal best”.

 

A trabalhar com mais de 25 marcas e 20 clientes, o diretor-geral admite que começam por descodificar “onde a marca está e onde quer estar”. “É um processo de partilha, de saber ouvir” refere António Leitão de Sousa, dizendo que é um “processo muito exigente”, estando neste mesmo processo “a possibilidade de construir soluções adequadas”.

 

Nos trabalhos mais marcantes para a agência, o diretor geral da Tux  & Gill garante que “será sempre o próximo” embora refira a Vulcano, o rebrandingda Vieira de Almeida, AdvanceCare e o “desafio maior tem sido trabalhar com a marca Santander” que em breve “terá ‘coisas’ diferentes on air”.

 

Qual o papel das redes sociais?

 

Atualmente, as redes sociais ocupam muito espaço para o desenvolvimento de uma marca e a Tux & Gill admite que “é um suporte diferente e que requer que a estratégia, os conteúdos e a moderação sejam adequados aos objetivos da marca”. A empresa gere cerca de 30 páginas de redes sociais, tanto em Portugal como de clientes em Espanha, trabalhando os anúncios, monitoriza a concorrência e utiliza influenciadores digitais para a promoção da respetiva marca.

 

Quando questionado sobre os próximos 25 anos, António Leitão de Sousa afirma que o objetivo é “continuar a espernear com as ferramentas de cada momento e com a atitude de sempre” para conseguir vencer os desafios propostos.

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