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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A empresa cresceu 66% em 2018, tendo faturado 7,8 milhões de euros.

Os resultados ultrapassaram as expetativas. A AskBlue tinha previsto crescer 30% em volume de negócios em 2018 e chegar aos seis milhões de euros de faturação. Só que o ano passado foi mais generoso e deu à consultora tecnológica um crescimento de 66%, tendo faturado aproximadamente 7,8 milhões de euros. “É um excelente resultado”, indica ao Dinheiro Vivo o CEO Pedro Nicolau. “A Askblue tem vindo a crescer de forma consolidada desde o seu início em 2013 e atravessamos agora uma fase de crescimento acelerado.”

 

Para conseguir dar resposta, a empresa passou de 130 para 200 colaboradores no final do ano. E em 2019 o ritmo mantém-se. Até dezembro a equipa deverá crescer em pelo menos mais 70 consultores. “O sucesso é resultado da nossa aposta nas competências técnicas e conhecimento especializado nas áreas de negócio. A área financeira continua a ser um setor estratégico e no qual temos vindo a desenvolver projetos de grande complexidade em instituições de referência,” explica o responsável. “Mas temos vindo a crescer de forma sustentada para outros setores e áreas, sendo que o ano de 2018 foi um ano de forte crescimento também no retalho e saúde.”

 

No arranque de 2019, a Ask Blue alterou a sua organização. Às unidades de negócio já existentes (Consultoria, Tecnologia e Outsourcing) juntou a de Operações. Adicionalmente, foi criada uma nova unidade para gerir os principais clientes e o mercado Internacional. “Neste início, vamos ter uma equipa dedicada que irá trabalhar prioritariamente os mercados do Médio Oriente e Norte da Europa. Os primeiros resultados desta aposta são, aliás, muito promissores, uma vez que já tivemos a adjudicação de vários projetos, no Dubai, na Arábia Saudita e na Holanda, países que se encontram precisamente em todas as regiões de aposta”, refere Pedro Nicolau.

 

Ainda assim, o CEO das AskBlue assegura que o mercado nacional continua a ser a prioridade. “O mercado nacional vai continuar a crescer e será sempre prioritário nas nossas decisões. É neste mercado que aprofundamos o nosso conhecimento, inovamos e adquirimos referências em áreas novas.”

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