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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A start-up portuguesa assinou uma parceria com o banco BNI. Assim, os desempregados que procurem este curso de reconversão em programação em Lisboa vão poder começar a pagar o curso seis meses depois do seu início.

A Academia de Código - uma start-up portuguesa que dá formação na área de programação a desempregados – abriu novas candidaturas para bootcamps (cursos intensivos) em Lisboa, Fundão e Terceira.

 

No total, são cerca de 60 vagas. As candidaturas podem ser feitas no site da start-up. No caso da ilha Terceira, as inscrições terminam no dia 28 de Março, a 11 de Abril no Fundão e a 15 de Abril em Lisboa.

 

No caso do curso em Lisboa, esta edição conta com uma novidade: esta start-up e o banco BNI associaram-se para facilitar a possibilidade de pessoas sem emprego fazerem estes cursos intensivos. Graças a esta solução, os alunos em Lisboa podem iniciar o pagamento pelo curso apenas três meses após o seu final.

 

Ao Negócios, João Magalhães, CEO da start-up, salienta que "os bootcamps de Lisboa são pagos pelos próprios alunos.

 

Tendo em conta que o nosso target são pessoas desempregadas, faz o todo o sentido que tenham algum apoio financeiro para que possam apostar no seu futuro". "Queremos dar cada vez mais condições aos nossos alunos para que possam fazer os bootcamps e dar acesso a cada vez mais pessoas. Tendo em conta o sucesso dos bootcamps passados e da taxa de empregabilidade próxima dos 100%, o banco BNI aceitou tornar-se parceiro da ".

 

João Magalhães salienta ainda que o curso custa cinco mil euros se for pago a pronto. "Com o crédito do Banco BNI, o pagamento é feito em prestações equivalentes a 6000 euros".

 

Entre os motivos para a abertura destes cursos na ilha Terceira, está o facto de muitas pessoas terem saído da Base das Lajes e haver muitos desempregados. "Deixaram infra-estruturas (escritórios, casas, etc) preparadas para receber dezenas de pessoas; nasceu a Terceira Tech Island com o objectivo de transformar a ilha num hub tecnológico", refere. Há ainda também um trabalho a ser desenvolvimento no sentido de atrair empresas para a ilha e requalificar desempregado, acrescenta.

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