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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A Comissão Europeia deu luz verde à join-venture da EDP Renováveis e da Engie, que visa investir em projetos de geração e energia eólica offshore fixa e flutuante.

A Comissão Europeia aprovou a criação de uma joint venture entre a EDP Renováveis e a francesa Engie para investimentos em energia eólica offshore fixa e flutuante.

 

“A Comissão concluiu que a concentração proposta não suscita preocupações em termos de concorrência devido ao seu impacto limitado no mercado”, indica o executivo comunitário em comunicado, no qual dá conta da validação dada a esta joint venture à luz das regras europeias.

 

Num comunicado divulgado ao setor em janeiro passado, a EDP Renováveis indicava ter assinado, nessa altura, um acordo com a Engie para criar “uma joint venture comparticipada a 50/50”, isto é, de forma equitativa, para “energia eólica offshore fixa e flutuante”.

 

Em causa está “uma nova entidade como veículo de investimento exclusivo da EDP Renováveis e da Engie para as oportunidades em energia eólica offshore por todo o mundo, unindo a experiência industrial e a capacidade de desenvolvimento de ambas as empresas”, referia, na altura, a companhia subsidiária da EDP.

 

Segundo o acordo, “a EDP Renováveis e a Engie vão combinar os seus ativos eólicos offshore e o pipeline[orientação] de projetos nesta nova entidade, começando com 1,5 GW [gigawatt] em construção e 3,7 GW em desenvolvimento”, adiantava a nota. Já na altura, a EDP Renováveis estimava que esta joint venture estivesse operacional no primeiro trimestre deste ano.

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