NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A “Ficha de Mercado da Coreia do Sul”, agora publicada pela AICEP, faz uma análise da economia da Coreia do Sul, das relações económicas Portugal-Coreia do Sul e das condições legais de acesso ao mercado, apresentando também um conjunto de informações úteis para exportadores e investidores nacionais.

Com uma população de cerca de 51 milhões de pessoas, em 2017, e um PIB per capita estimado de 29 930 USD, segundo dados do EIU - The Economist Intelligence Unit, a Coreia do Sul tem uma economia de mercado bem alicerçada e recursos humanos altamente qualificados, tendo registado um desenvolvimento económico significativo num passado recente. Trata-se de um país de forte base industrial, orientado para as exportações, sendo um importante produtor de automóveis a nível mundial. A dimensão do setor dos serviços é menor do que o que se verifica noutros países desenvolvidos e o setor agrícola tem um peso reduzido no produto interno bruto (PIB).

 

A Coreia do Sul foi o 8º exportador e o 10º importador a nível mundial em 2016, ocupando o 14º lugar no respetivo ranking mundial de emissores de investimento direto no exterior. O investimento coreano caracteriza-se por um elevado número de projetos greenfield, com consideráveis volumes de investimento e criação de empregos. O setor industrial é o principal destino do investimento sul-coreano no exterior, nomeadamente no que respeita a equipamentos elétricos e eletrónicos e a máquinas e equipamentos de transporte.

 

No relacionamento económico bilateral, a Coreia do Sul tem maior importância como fornecedor do que como cliente de Portugal. Esse país ocupou a 43ª posição no ranking de clientes das exportações portuguesas de bens em 2017, situando-se no 21º lugar enquanto fornecedor (subiu duas posições face a 2016, em ambos os fluxos). As exportações portuguesas para a Coreia do Sul superaram, em 2016 e 2017, os 100 milhões de euros, fixando-se o montante do último ano em 125,5 milhões de euros, o mais elevado dos últimos cinco anos. O crescimento médio anual, no período 2013-2017, foi de 12,4%. De acordo com os dados do INE, o número de empresas portuguesas exportadoras de bens para esse país tem vindo a aumentar, registando-se um acréscimo de cerca de 47% em 2016 face a 2012.

 

Ao nível das trocas comerciais, como regra, as importações processam-se sem restrições. Contudo, podem ser requeridos certificados veterinários e fitossanitários, no caso de produtos de origem animal e vegetal, respetivamente, a obter pelo exportador no país de origem, e que atestam que os produtos em causa não são portadores de qualquer doença. No caso de bens comunitários está em vigor o Acordo de Comércio Livre União Europeia (UE) - Coreia do Sul, que eliminou a maior parte dos direitos aduaneiros sobre as mercadorias.

 

Este documento pode ser consultado no seguinte link: http://www.portugalglobal.pt/PT/Biblioteca/Paginas/Detalhe.aspx?documentId=35cc6664-46c6-4645-8476-71d4523b95a1

Partilhar