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A Associação Portuguesa da Cortiça (APCOR) lança esta quinta-feira o programa Cork_Empreende, que distribuirá 30.000 euros por seis ideias de negócios inovadoras e pretende criar 20 novas empresas nas áreas de moda e agroalimentar, como também da Arquitectura e da Construção.

Desenvolvido no âmbito do Sistema de Apoio a Acções Colectivas para a Promoção do Espírito Empresarial, o projecto propõe-se criar "vários postos de trabalho por todo o território nacional" com base em modelos de negócio orientados para processos tecnológicos e em iniciativas empresariais que privilegiem a internacionalização.


João Rui Ferreira, presidente da APCOR, explicou que os principais destinatários do programa são os empreendedores com novas ideias de negócios e as pequenas e médias empresas que, constituídas há menos de dois anos, tenham capacidade para corporizar novos ‘business models’.


"Durante o projecto será feito o mapeamento de novas oportunidades de empreendedorismo na fileira da cortiça, bem como das necessidades de capacitação para um amplo programa empreendedor assente em três eixos de sustentabilidade: a competitividade, o meio ambiente e a responsabilidade social", referiu o responsável.


Inovação, potencial de comercialização e produção em larga escala a preço competitivo serão critérios de selecção entre os projectos candidatos, que deverão apostar em "sectores estratégicos da especialização inteligente: a fileira da cortiça, a moda e o design, a arquitectura, as tecnologias de informação e comunicação [TIC], a construção, a indústria agroalimentar e o mobiliário".


O objetivo da APCOR é que, até meados de 2020, sejam criadas oito empresas novas nas áreas do conhecimento ou da tecnologia e 12 novas firmas nos domínios das indústrias culturais e criativas - num e noutro caso, sempre com ligação à cortiça.


Os resultados prévios do programa deverão ser apresentados ao público no final de 2019, juntamente com as conclusões de diferentes estudos que a APCOR já tem em curso sobre o sector, entre os quais: um com o diagnóstico e a visão prospectiva do impacto das indústrias criativas e das TIC na fileira da cortiça, e outro sobre a realidade produtiva e empreendedora do sector no que se refere às TIC, às indústrias criativas e aos factores de inovação aplicados na competitividade de novas empresas.

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