AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO




Com a aposta em metodologias inovadoras de investigação em biomedicina a assumir algum favoritismo entre a vasta e interdisciplinar equipa da Eurotrials, há muito que esta empresa portuguesa marca a diferença cá dentro e, sobretudo, na América Latina, em áreas como  a Cardiologia, Oncologia e VIH/Sida, avança a administradora da Eurotrials, Maria João Teixeira de Queiroz.

Qual era o posicionamento da Eurotrials quanto ao mercado português quando iniciou atividade?

Nascemos em 1995, quando o panorama nacional nas áreas de consultadoria científica e de investigação no setor da saúde era muito incipiente. Fomos, e ainda somos, pioneiros a implementar novas atividades na investigação científica, em prestação de serviços, de forma a colmatar as necessidades que o mercado sentia. Estamos dotados de um alto grau de especialização em várias etapas da cadeia de desenvolvimento de novos produtos e na avaliação do impacto dos mesmos na sociedade. Estamos especialmente vocacionados para desenvolver metodologias inovadoras na área da investigação em biomedicina. Olhando para trás, vemos que fizemos a aposta certa num setor com muito para explorar. Os números expressam isso mesmo já que, desde que nasceu, a Eurotrials esteve envolvida, entre outros tipos de projetos, em mais de 270 ensaios clínicos, nos quais participaram mais de 8600 doentes de 896 centros de investigação, que contribuíram para importantes avanços terapêuticos na área da Cardiologia, da Oncologia e no tratamento da infeção pelo VIH/Sida e também se retiraram contributos para novos dispositivos médicos.

Como é constituída a equipa? 

A Eurotrials tem mais de 120 colaboradores: 80 na sede em Portugal e cerca de 40 nas filiais da América Latina. A interdisciplinaridade e os diferentes perfis são uma forte aposta, com uma equipa coesa, criativa, técnica e cientificamente muito boa, motivada e pro-ativa.

A formação de base e contínua é um pilar fundamental. Esta equipa, que tem vindo a crescer e a inovar com a empresa em vários aspetos, é a sua maior mais-valia.
 
Como caracteriza a atual estratégia para o mercado nacional?

Passa por consolidar a nossa posição como empresa referência no setor da investigação clínica e da consultadoria científica. Ao reforçar a capacidade instalada em Portugal, reforçamos o fornecimento de serviços altamente especializados para os mercados internacionais onde já estamos e queremos apostar no futuro. Falo num centro de serviços partilhados baseado em Portugal, focado em serviços e produtos de alto valor acrescentado como estratégia de desenvolvimento e registo de novos biofármacos ou dispositivos médicos, gestão de dados, bioestatística e bioinformática. Para tal, esperamos reforçar a equipa de Lisboa, criando 10 postos de trabalho na sede da empresa.