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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A Comissão Europeia distinguiu o programa educativo ecológico em que jovens criam aplicações para resolver problemas da sociedade.

O programa educativo Apps for Good Portugal foi distinguido pela Comissão Europeia pela transformação no ensino das capacidades digitais. No programa, os jovens criam aplicações para resolver problemas da sociedade, tendo sido considerado um caso de sucesso de inclusão digital.

 

No relatório publicado hoje, com o nome “Inspirational practices for tomorrow’s inclusive digital world”, a Comissão Europeia apresenta o contributo da Plataforma Transnacional da Rede Temática do Fundo Social Europeu na aprendizagem e capacidades para as políticas desenvolvidas na União Europeia e no contexto nacional. O objetivo, é referido, é construir quer uma economia, quer uma sociedade digital inclusiva na Europa.

 

Nesse contexto, a Apps for Good surge como um caso de sucesso e um exemplo que deve ser seguido e do qual outras instituições podem aprender para desenvolverem soluções inovadoras para enfrentar os desafios da digitalização. Segundo a Comissão Europeia “novas formas de parceria entre agentes escolares, e entre agentes públicos e privados, estão a rejuvenescer currículos, a experimentar novas ligações entre disciplinas e já a demonstrar um impacto positivo na empregabilidade”.

 

Para a Comissão, a Apps for Good está a criar uma nova geração de “fabricantes digitais” e “solucionadores de problemas”, reduzindo a diferente entre as necessidades do mercado laboral e as capacidades dos alunos.

 

O programa Apps for Good foi lançado pelo CDI Portugal e pretende seduzir jovens, entre os 10 e 18 anos, e professores para a utilização da tecnologia como forma de resolver os seus problemas, propondo um novo modelo educativo mais intuitivo, colaborativo e prático. O objetivo é desenvolver apps para smartphones e tablets que contribuam para a resolução de problemas relacionados com a sustentabilidade do mundo em que vivemos, refere o comunicado. As operações do programa decorrem ao longo do ano letivo, dando a professores e alunos acesso a conteúdos online com uma metodologia de projeto em cinco passos. O projeto tem o apoio de uma rede de especialistas ligados online à sala de aula para prestar esclarecimentos.

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