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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Neste Perfil Setorial, agora editado pela AICEP, encontra uma caraterização do mercado sul coreano, incluindo as questões relacionadas com a dimensão, relações comerciais internacionais, distribuição, concorrência e preços, consumo, tendências e outra informação económica e regulamentar relevante.

A Coreia do Sul é a terceira maior economia da Ásia, com um PIB per capita superior a USD 30.000 e uma população essencialmente urbana, de perto de 52 milhões de habitantes.

 

Apesar do vinho não fazer parte dos hábitos alimentares locais, continuando a ser um produto relativamente novo e caro para os consumidores, a Coreia do Sul é o terceiro maior mercado da Ásia neste setor, imediatamente a seguir à China e Japão.

O vinho está na moda entre a classe média-alta local, sendo encarado como um produto de luxo, sujeito a elevadas taxas de importação. A procura está a aumentar, especialmente por parte das mulheres e dos jovens. A tendência centrada em produtos amigos da saúde e do bem-estar, tem impulsionado o crescimento da procura de bebidas de reduzido teor alcoólico e isentas de produtos químicos. A transparência da informação, as embalagens atrativas e os produtos orgânicos estão sempre presentes na decisão de compra.

 

Os sul coreanos têm uma predisposição natural para bebidas doces e frutadas, as quais têm um potencial significativo no mercado. Por exemplo, o vinho italiano Moscato D’Asti, o espanhol Jerez, ou o vinho do Porto e da Madeira, têm grande sucesso na Coreia do Sul.

 

Em 2018, as importações de vinho na Coreia do Sul atingiram 40,3 mil toneladas, correspondentes a 244 milhões de USD, um aumento de 11,5% em volume e de 16,2% em valor, face a 2017.

 

A exportação de vinhos para a Coreia do Sul requer um trabalho conjunto com um importador local legalmente autorizado para o efeito. As respetivas licenças podem ser destinadas à mera importação ou à importação e distribuição. Em 2017, o principal canal de distribuição off-trade destes produtos foram os supermercados e hipermercados, seguidos pelas lojas especializadas em alimentação e bebidas.

 

O documento pode ser consultado no site da AICEP aqui.

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